sem título
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mary lou williams on electric organ
mundell lowe, guitar
george duvivier, bass
denzil best, drums

january, 1950.


(0 plays)
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jazzpages:

‘Manhã De Carnaval’, by Astrud Gilberto

Another CD that’s been around me since the beginning of time: The Astrud Gilberto Album (Silver Collection), one of the best compilations of her work. With her simultaneously childlike and alluring voice and vibrato-less ‘desafinado’ (deliberately slightly off-pitch) singing style, Gilberto is one of the most unique and unforgettable singers in the history of jazz.

Orfeu Negro

Manhã De Carnaval’ (‘Morning Of Carnival’), is the title of this popular song by Brazilian composers Luiz Bonfá (music) and Antônio Maria Araújo de Morais (lyrics). The song appeared in the 1959 Portuguese-language film ‘Orfeu Negro’ (‘Black Orpheus’), by French director Marcel Camus, based on a play by Vinícius de Moraes. An impression of this beautiful movie can be seen here, on my YouTube channel. The song is considered to be one of the most important songs that helped establish the bossa nova movement in the late 1950’s.
The song is also known by the English version called: ‘A Day In The Life Of A Fool’, or simply as ‘Carnival’.

Manhã, tao bonita manhã.
Na vida uma nova cançao,
Cantando só teus olhos,
Teu riso e tuas maos,
Pois ha de haver um dia
Em que virás. 

Das cordas do meu violao,
Que só teu amor procurou,
Vem uma voz falar
Dos beijos perdidos
Nos lábios teus. 

(In English)
Morning, such a nice morning.
In life there’s a new song,
Singing only of your eyes,
Your smile and your hands,
For there has to be a day
When you come. 

From the strings of my guitar,
Which seek only your love,
Comes a voice to speak
Of the kisses lost
In your lips.  

Astrud Gilberto - Vocals
João Gilberto - Guitar 

(via blejz)


(5,213 plays)
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4walls ~ the anarchist’s anthem 4’07
“and the world ain’t square”, red note #9
netherlands, 2001

luc ex, acoustic bass
phil minton, voice
michael vatcher, drums
veryan weston, piano.



on this track, the poem is by john henry mackay (1864-1933)

Ever reviled, accursed, ne’er understood,
Thou art the grisly terror of our age.
“Wreck of all order,” cry the multitude,
“Art thou, & war & murder’s endless rage.”
0, let them cry. To them that ne’er have striven
The ‘truth that lies behind a word to find,
To them the word’s right meaning was not given.
They shall continue blind among the blind.
But thou, O word, so clear, so strong, so true,
Thou sayest all which I for goal have taken.
I give thee to the future! Thine secure
When each at least unto himself shall waken.
Comes it in sunshine? In the tempest’s thrill?
I cannot tell - but it the earth shall see!
I am an Anarchist! Wherefore I will
Not rule, & also ruled I will not be!

(0 plays)
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A obra musical do Maestro tem uma personalidade tão forte, um perfil tão original que, rigorosamente, não se encaixa em nenhum período da música popular brasileira de sua época. Nem de qualquer outra. (…) Enquanto nos anos 1960 a música brasileira que atraía o mundo era a Bossa Nova, o Maestro se dedicava a trilhas de cinema com sotaque afro que culminaram em 10temas instrumentais dos mais intrigantes do cenário musical de então. (…) Os 10 enigmas estabeleceram a marca registrada do Maestro (…) As orquestrações na Rádio Nacional (…) os ensinamentos transmitidos a seus alunos (…) as inusitadas combinações de timbres (…) as andanças atrás e dentro dos sons de bandas, circos e rádios do nordeste de sua origem, eram peças que pela primeira vez se juntavam num quebra-cabeça que se resolvia. (…) “Coisas Afro-Brasileiras” foi o mais desconcertante disco instrumental brasileiro dos anos 1960.1









1 MELO, Zuza de Homem. In: Cancioneiro Moacir Santos, COISAS. Rio de 	Janeiro: Jobim Music, 2005.
3 notes

A obra musical do Maestro tem uma personalidade tão forte, um perfil tão original que, rigorosamente, não se encaixa em nenhum período da música popular brasileira de sua época. Nem de qualquer outra. (…) Enquanto nos anos 1960 a música brasileira que atraía o mundo era a Bossa Nova, o Maestro se dedicava a trilhas de cinema com sotaque afro que culminaram em 10temas instrumentais dos mais intrigantes do cenário musical de então. (…) Os 10 enigmas estabeleceram a marca registrada do Maestro (…) As orquestrações na Rádio Nacional (…) os ensinamentos transmitidos a seus alunos (…) as inusitadas combinações de timbres (…) as andanças atrás e dentro dos sons de bandas, circos e rádios do nordeste de sua origem, eram peças que pela primeira vez se juntavam num quebra-cabeça que se resolvia. (…) “Coisas Afro-Brasileiras” foi o mais desconcertante disco instrumental brasileiro dos anos 1960.1

1 MELO, Zuza de Homem. In: Cancioneiro Moacir Santos, COISAS. Rio de Janeiro: Jobim Music, 2005.


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moacir santos ~ adriana (opus 3 n1) 3’42
opus 3 n1, discovery records ds-795
us, 1979.

a grande parte do trabalho do moacir santos foi lançada nos estados unidos. dois anos após a gravação do lp coisas (forma, 1965, brasil), ele mudou-se para os estados unidos, só retornando para o brasil para eventos. juntamente com radamés gnatalli (outro mestre talvez esquecido), foi o responsável pela abertura do primeiro free jazz festival, em 1985.

na sua fase brasil, ele gravou algumas trilhas sonoras memoráveis, como para o filme ganga zumba (1963, cacá diegues) e os fuzis (1963, ruy guerra). infelizmente, o acesso a essas trilhas sonoras em lp é muito dificil, isso quando elas foram lançadas em lp. muitos músicos brasileiros tiveram uma grande produtividade na elaboração de trilhas sonoras para filmes: o citado radamés gnatalli produziu, junto com seu irmão alexandre gnatalli, a trilha de rio zona norte, devidamente esquecida e inacessível. se o filme, sendo umas das primeiras obras do nelson pereira do santos, não saiu em dvd até hoje, não é de surpreender que a trilha tampouco tenha sido lançada. isso é só a ponta do iceberg.
john neschling, que até pouco tempo atrás comandava a osesp (orquestra sinfônica do estado de são paulo)1, também produziu algumas trilhas sonoras, como para o filme lúcio flávio, o passageiro da agonia e pixote, a lei do mais fraco, ambos de hector babenco.
isso para citar algumas. não preciso dizer que tais trilhas também são inacessíveis.

moacir santos, ainda na sua fase brasil, deu aula para alguns músicos que posteriormente se tornariam também mestres, como baden powell e também músicos associados a bossanova, como nara leão e joão donato.

ainda em vida, viu sua obra ser lançada em cd no brasil, com o título de ouro negro,  com arranjos de mário adnet e zé nogueira e participações de nomes como ed motta e milton nascimento. hahaha. esse cd é bem chato, particulamente falando, porém serviu para dar novo público a esse grande compositor. se tratando de releituras e exposição, o trabalho que algumas big bands andam fazendo não é brincadeira; além do projeto coisa fina, que inicialmente só tocava moacir santos e atualmente expandiu seu leque de repertório para outros esquecidos, já ouvi falar de pelo menos uma big band que fez um show só de homenagem a moacir santos (não me recordo o nome, enfim) e outras bandas (não necessariamente bigs) que contam com algumas músicas do maestro em seus repertórios. o projeto coisa fina com certeza é atualmente um dos expoentes na apropriação das composições de moacir santos e está a mais de 5 anos na ativa. a banda participa de um coletivo de big bands paulistanas chamado elefantes, que organizam uma série de eventos musicais.

a fase moacir santos pré-coisas é a interessantíssima, tendo em vista que o aclamado coisas é resultado de muitos trabalhos posteriores, inclusive as trilhas de filmes, é uma lacuna enorme não ter acesso a esses trabalhos. tirando o cd choros & alegrias, lançado em 2005 pela biscoito fino, onde o próprio release diz que contém “composições ancestrais do maestro”, não há muito onde procurar.

Acredito que a música de ‘Ganga Zumba’ seja o melhor trabalho que até hoje realizei (…) também pela identificação que senti com o tema e o espírito do filme2

ok, opus 3 n1 é meu album preferido. mas talvez seja mais justo dizer que moacir santos é meu favorito.

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1 administração repleta de polêmica. ver: http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-16/musica/criador-e-criatura

2 cancioneiro moacir santos, coisas. rio de janeiro: jobim music, 2005. p.06


(1 play)
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2 notes

projeto coisa fina tocando adriana, de moacir santos.
uma das minhas músicas preferidas do maestro, e apesar de ter ido em alguns shows do projeto, nunca vi a execução dela. acho que ela não está mais no repertório :(

O grupo paulista nasceu em dezembro de 2005, a partir da iniciativa de dois músicos, o saxofonista Daniel Nogueira e o contrabaixista Vinicius Pereira. Em 2001 tiveram seu primeiro contato com a música do maestro Moacir Santos e, desde então, surgiu o desejo de montar uma big band para tocar, dentre outras coisas, a obra de Moacir Santos. Integrado por 12 músicos, o Projeto Coisa Fina tem como objetivo maior difundir a música do maestro no Brasil.


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ornette coleman ~ call to duty. 5’35
ornette coleman (alto saxophone, violin, trumpet) denardo coleman (drums) gregory cohen (bass) tony falanga (bass).
sound grammar, 2006.


esse cd tem a setlist parecida com a que ele tocou ano passado em são paulo. outra gravação ao vivo pós 2000 interessante é o live at baltica, de 2008.

talking is the universal method of words that form the language of people. it is also the creator of thoughts and ideas. languages identify the position of said birthplace of its citizens. sound stimulates the newborn baby and could cause the infant to cry. sound itself is used in endless forms of communication. sound is neither masculine nor feminine uet thw worldwide use of it ased on the order of human culture.

sounds found in the expression of music, vocal and instrumental, are the global styles of forms such as jazz, opera, country, classical and other musical genres, all equal in the concept of ideas. sound has a specific meaning when used in different dialects. the culture of civilization when expressed in different tongues identifies the differences.

the conclusion is that the grammar of sound is universal.

ornette coleman.


(0 plays)
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archie shepp ~ stick ‘em up. 2’05.
martin banks (tp, flh) grachan moncur iii (tb) robin kenyatta (as, fl) archie shepp (ts) andrew bey (p) mel brown (org, g) bert payne (g) wilton felder (el-b) albert winston (el-b, b) beaver harris (d) leon thomas (vo) tasha thomas, doris troy (back vo)

for losers

impulse as 9188.
us, 1971.


(0 plays)
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jimmy smith ~ the fight. 5’03
the sounds of jimmy smith
blue note 1556.
us, 1956.

artwork by harold feinstein.


(10 plays)
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mary lou williams - mary’s special. 2’49.
the chronological mary lou williams 1927 - 1940 classics
classics records 630.
france, 1992.

ted robinson (g), booker collins (sb), ben thigpen (dm).
new york city, april 9, 1936.

The National Museum of American History (NMAH) has developed a 2011 JAM poster of the legendary jazz artist Mary Lou Williams to celebrate the 10th Anniversary of Jazz Appreciation Month in April, 2011. The innovative jazz pianist, composer, and arranger who performed with Andy Kirk and the Clouds of Joy, Duke Ellington, and others is one of a handful of women jazz artists included in the new Jazz: The Smithsonian Anthology that examines the history of jazz in music and narrative.

bless!

(jam)


(0 plays)
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alivesoul:

Cancellation - Jackie McLean

Album: It’s Time!


(30 plays)
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charles mingus ~ what is this thing called love?. 3’05
charles mingus (b), spaulding givens (p).
hollywood, ca, april. 1951.


the charles mingus duo and trio - debut rarities volume 2.
original jazz classics ojccd 1808-2.
us, 1992.

also released in the complete debut recordings (12cd boxset) (debut 12dcd 4402-2)


(0 plays)
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cal tjader ~ undecided 3’24
cal tjader quintet | fantasy lp 3232.
us, 1956.

cal tjader (vib), manuel duran (p), carlos duran (b), luis miranda, bayardo velarde (cga, bgo).

“Strict west coast style cool jazz mode with few Latin inflections beyond the occasional use of congas. Cool jazz fans, will probably enjoy hearing Tjader and company in this setting, which resembles some of Milt Jackson’s solo albums from the same period. The set list is heavy on the standards, including a subtly conga-driven version of “Lullaby of Birdland” taken at an agreeably relaxed tempo and absolutely lovely versions of the ballads “Laura” and “Flamingo” that feature some of Tjader’s most purely beautiful playing. The one Latin-based tune is a swinging take on Tito Puente’s “Philadelphia Mambo,” but even it sounds more like an experiment by the Modern Jazz Quartet than a true salsa band.”
(foxmusic)


(0 plays)
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tadd dameron orchestra ~ philly joe jones 5’14
on clifford brown memorial.
prestige lp 7055.
us, 1956.


released under the name of clifford brown, the side a contains a session by tadd dameron & his orchestra, and side b has a session recorded in stockholm, 1953 with swedish musicians.

side a: tadd dameron orchestra
philly joe jones (drums), tadd dameron (piano), percy heath (bass), clifford brown, idrees sulieman (trumpet), herb mullins (trombone), benny golson (saxophone tenor), gigi gryce (saxtophone alto), oscar estell (baritone saxophone), ira gitler (supervisor), doug hawkins (enginner)

side b: clifford brown and art farmer (with the swedish all stars)
art farmer (trumpet), ake persson (trombone), lars gullin (baritone saxophone), arne domnerus (alto saxophone), bengt hallberg (piano),  gunnar johnson (bass), jack noren (drums), quincy jones (supervisor)


(0 plays)
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jutta hipp quintet ~ frankfurt special 3’47
on cool jazz made in germany (comp).
jazz realities, no catalog number.
germany, 2000.

jutta hipp (piano), emil mangelsdorff (alto sax), hans kresse (bass), karl sanner (drums), joki freund (tenor sax)

cool jazz made in germany is a compilation of mod records ep releases of 1954-55, like these:


(0 plays)